A FLORESTA ECOA
O Movimento reFloresta lança sua primeira formação sobre a Amazônia com as vozes de quem vive e atua no território


Time & Location
Aug 19, 2026, 8:00 PM
Online
About the event
A maioria dos brasileiros cresceu aprendendo que a Amazônia é o pulmão do mundo. Poucos aprenderam que ali vivem mais de 30 milhões de pessoas, com história, culturas, línguas, política e formas de existência próprias. Menos ainda sabem que a floresta que chamamos de "virgem" é resultado de milênios de cuidado humano e que ela vem sendo destruída como parte de um projeto político deliberado.
O Movimento reFloresta acredita que essa distância não é neutra. E que encurtá-la é o primeiro passo para qualquer ação que valha a pena.
Por isso, lança A Floresta Ecoa: uma formação com as VOZES DA AMAZÔNIA — uma jornada online e ao vivo de 10 encontros em 10 semanas, com início em agosto e término no final de outubro de 2026 , para pessoas interessadas em conhecer e entender, de forma aprofundada e crítica, a história, a cultura, e saberes de seus povos, bem como compreender os debates e conflitos que permeiam a realidade amazônica contemporânea a partir de quem os vive de dentro.
Ao longo de encontros semanais, a formação articula história, território, política, cultura e economia, conectando participantes a diferentes perspectivas, especialmente de quem vive e atua na Amazônia: lideranças indígenas e ribeirinhas, pesquisadores, artistas e ativistas. Mais do que um curso introdutório, trata-se de uma jornada formativa que busca ampliar repertório, qualificar o debate público e fortalecer vínculos responsáveis entre diferentes regiões do país.

Sobre a formação
O Programa reFloresta é um curso de formação para pessoas que querem entender a Amazônia de verdade, não como símbolo ou manchete, mas como território vivo, plural e político. Ao longo de 10 aulas semanais, os participantes vão percorrer a história, a diversidade, as disputas e os futuros possíveis da maior floresta tropical do planeta, sempre com a presença de vozes de dentro: lideranças indígenas e ribeirinhas, pesquisadores amazônidas, artistas e ativistas que vivem e constroem a Amazônia todos os dias.
Como funciona
As aulas acontecem semanalmente, às terças-feiras, das 20h às 22h, ao longo de 10 semanas, entre 18 de agosto e 27 de outubro. Cada encontro combina exposição, conversa com convidados e discussão em grupo. As gravações e materiais de apoio ficam disponíveis em plataforma digital durante todo o programa.
O programa começa com uma Aula Inaugural, gratuita e aberta ao público, no dia 18 de agosto, às 20h, reunindo quatro vozes amazônicas para responder: O que a Amazônia tem a dizer ao mundo?
Após a aula inaugural, a jornada formativa se organiza em quatro blocos temáticos (Deslocar, Compreender, Imaginar e Agir), cada um com 1 ou mais convidados por encontro, e se encerra em uma aula de síntese e celebração.
Certificação
Ao final da formação, emitiremos Certificado de Conclusão da Formação para aqueles que tiverem presença mínima de 70%.

Para quem é
• Para quem quer entender, não apenas se indignar. • Para quem sente que a Amazônia importa, mas não sabe bem por onde começar. • Para quem tem desejo de se conectar a uma rede de pessoas conectadas à Amazônia, às questões socioambientais e climáticas que impactam a região. • Para professores, profissionais de comunicação, estudantes, artistas, gestores, ativistas, empreendedores, pesquisadores... • Para qualquer pessoa que queira transformar interesse em conhecimento e conhecimento em ação.
Quem são as vozes convidadas:
• Comunicadores e ativistas indígenas • Lideranças políticas indígenas
• Pesquisadores e especialistas amazônidas (antropólogos, arqueólogos, historiadores)
• Lideranças comunitárias ribeirinhas
• Artistas, cineastas e escritores
• Jornalistas investigativos e da bioeconomia
• Empreendedores sociais Abaixo, conheça a biografia de cada uma das vozes que ecoarão seu conhecimento, experiêcia, lutas e vivências
Estrutura do Programa
AULA INAUGURAL - 18/08 (aberta ao público)
O QUE A AMAZÔNIA TEM. DIZER AO MUNDO? >> 4 VOZES CONVIDADAS: Vanda Witoto, Samela Sateré Mawé, Maria Odila Godinho e Ruy Tone
É hora de mudarmos a pergunta. Não “como salvar a Amazônia?” mas “O que ela tem a nos ensinar?”
Quatro vozes amazônicas abrem esta jornada compartilhando seus olhares e perspectivas que raramente chegam até nós.
BLOCO 01: DESLOCAR O OLHAR
Aula 1 - 25/08 :: Refloreste o seu imaginário
>> VOZ CONVIDADA: Zé na Rede
A Amazônia que habita nosso imaginário, muitas vezes, é uma visão distorcida ou muito reduzida da realidade.
Em nosso primeiro encontro, com a ajuda do Zé na Rede, empreendedor e comunicador amazônida, começaremos desmontando estereótipos para abrir espaço a outras formas de ver, compreender e se relacionar com o território, em toda a diversidade e múltiplas visões de seus povos.
Aula 2 - 01/09 :: Amazônia antes dos europeus
>> VOZ CONVIDADA: Eduardo Góes E se a Amazônia nunca tivesse sido uma floresta "virgem"?
Muito antes da chegada dos europeus, existiam civilizações, cidades, agricultura sofisticada e outras formas de viver e cuidar do território.
Eduardo Góes, um dos maiores arqueólogos brasileiros, revelará descobertas que transformaram a forma como entendemos a história da
Amazônia e de seus povos.
Aula 3 - 08/09 :: Diversidade amazônica - dos Andes ao Atlântico
>> VOZ CONVIDADA: João Paulo Tukano Não existe uma Amazônia. Existem muitas Amazônias: centenas de povos, línguas, culturas, rios, cidades e modos
de vida que desafiam qualquer visão simplificada desse território.
João Paulo Tukano, doutor em antropologia social, nos conduzirá por essa diversidade amazônica, para ampliar nossa
compreensão sobre este vasto e riquíssimo território.
BLOCO 02: COMPREENDER O TERRITÓRIO
Aula 4 - 15/09 :: 500 anos de disputa territorial >> VOZ CONVIDADA: Michel Pinho
A história da Amazônia é também a história de uma longa disputa por terras, pessoas e modos de vida.
Ao lado de Michel Pinho, historiador, fotógrafo e educador cultural, vamos percorrer cinco séculos de colonização, exploração e resistência para compreender por que muitos dos conflitos que atravessam a Amazônia hoje têm raízes profundas no passado.
Aula 5 - 22/09 :: O desmatamento como projeto político
>> VOZES CONVIDADAS: Sonia Guajarara e Darlon Neres O desmatamento não é apenas uma questão ambiental. É resultado de escolhas políticas, disputas por território e diferentes projetos de futuro para a Amazônia.
Nesta conversa, Sonia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas do Brasil, e Darlon Neres, jornalista-floresta de Sumaúma e comunicador popular, conectarão a luta dos povos indígenas, o cotidiano das comunidades amazônicas e os grandes debates que definem o destino da floresta.
Aula 6 - 29/09 :: O Baixo Tapajós e Arapiuns - vozes de dentro
>> VOZES CONVIDADAS: Sônia Arapiuns, Adriane Gama e Marlon Rebello Chegou a hora de trocar mapas por pessoas.
Sônia Arapiuns, liderança indígena da comunidade de Atodi, Adriane Gama, educomunicadora popular, e Marlon Rebello, educador e comunicador popular, que vivem no Tapajós e no Arapiuns, compartilharão suas histórias, seus desafios e suas formas de resistência, aproximando os participantes da realidade cotidiana desses territórios.
BLOCO 03: IMAGINAR OUTROS FUTUROS
Aula 7 - 06/10 :: Arte, cultura e novos imaginários >> VOZES CONVIDADAS: Rodrigo Antonio e Juliana Curi As disputas pela Amazônia não acontecem apenas sobre a terra. Elas acontecem também no campo das imagens, das narrativas e da imaginação.
Rodrigo Antonio, cineasta e historiador, e Juliana Curi, cineasta e diretora, conversarão sobre o papel da arte e do audiovisual como linguagem de resistência e criação, capaz de desafiar narrativas coloniais e extrativistas e tornar visíveis outros modos de conhecer, sentir e habitar a floresta. Afinal, transformar o imaginário é transformar as possibilidades de futuro.
Aula 8 - 13/10 :: Floresta em pé: economia e futuros possíveis
>> VOZ CONVIDADA: João Meirelles e Bia Saldanha Que economia pode sustentar a vida, ao invés de apenas extrair valor dela?
João Meirelles, gestor do Instituto Peabiru, e Bia Saldanha, economista e especialista em sociobioeconomia, colocarão em diálogo experiências concretas e reflexões sobre bioeconomia, justiça socioambiental e os desafios de imaginar modelos econômicos capazes de manter a floresta viva e fortalecer quem nela vive.
BLOCO 04: AGIR COM RESPONSABILIDADE
Aula 9 - 20/10 :: O que eu posso fazer? >> VOZ CONVIDADA: a confirmar Depois de todo o vivido, chega a pergunta a cada um de nós:
Como construir uma relação responsável com a Amazônia?
Este encontro reunirá experiências inspiradoras para nos ajudar a refletir em como transformar conhecimento em compromisso em nosso cotidiano.
Aula 10 - 27/10 :: Síntese e celebração
Toda jornada transforma quem a percorre.
Encerraremos a formação retomando o caminho percorrido, compartilhando aprendizados e celebrando o nascimento de uma nova rede de pessoas comprometidas com a Amazônia. Qual o próximo passo?

A Amazônia pelos amazônidas
Vozes confirmadas

Vanda Witoto
Ativista indígena do povo Witoto, nascida na Amazônia e radicada em Manaus, atua na defesa dos direitos dos povos indígenas em contexto urbano — um território ainda pouco reconhecido nas políticas públicas. Sua trajetória articula cultura, educação e incidência política, com foco na visibilidade das populações indígenas fora das aldeias. É uma das vozes que tensionam a ideia de “indígena como pertencente apenas à floresta”, trazendo complexidade contemporânea à pauta.

Maria Odila Godinho
Liderança comunitária da comunidade de Anã, no rio Arapiuns, Maria Odila Godinho atua na defesa do território, na organização comunitária e na valorização dos modos de vida tradicionais da Amazônia. Sua trajetória está enraizada no cotidiano da floresta — articulando educação, cultura e sustentabilidade a partir da realidade local. É uma referência na construção de caminhos coletivos que garantem permanência, autonomia e futuro para as comunidades ribeirinhas.

Samela Sateré Mawé
Ativista, comunicadora e bióloga, cresceu e fortaleceu sua luta ouvindo as mulheres da Associação de Mulheres Indígenas Sateré Mawé, fundada por sua avó. Em suas redes sociais, encontrou um canal direto para descomplicar e democratizar as notícias, com uma audiência de mais de 130 mil pessoas. É apresentadora do ‘Mães em Movimento”, na Radio Nacional dos Povos, um dos vearios projetos em que atua.

Ruy Tone
Empreendedor com atuação no rio Rio Negro, Ruy Tone desenvolve projetos que conectam turismo, impacto social e fortalecimento das comunidades locais. Proprietário de hotéis na região, articula sua atuação para além do negócio, investindo na construção de escolas e no acesso à educação em territórios ribeirinhos. Seu trabalho parte da presença no território e da construção de vínculos, buscando gerar desenvolvimento com base em permanência, autonomia e valorização das culturas locais.

José Kaeté (Zé na Rede)
Conhecido como Zé na Rede, é empreendedor, comunicador, fotógrafo e engenheiro de produção. Indígena dos povos Tupinambá e Kaeté, utiliza a fotografia, as viagens e as redes sociais para contar histórias que revelam a diversidade, a cultura e os modos de vida da Amazônia a partir do olhar de quem vive o território. Seu trabalho busca aproximar diferentes públicos das realidades amazônicas, promovendo reflexões sobre identidade, meio ambiente, povos indígenas e futuro.

Eduardo Góes Neves
Arqueólogo e professor da Universidade de São Paulo, é um dos principais pesquisadores da história profunda da Amazônia. Seus estudos mostram que a floresta foi intensamente habitada e transformada por sociedades indígenas complexas, desmontando a ideia de “natureza intocada”. Autor de obras fundamentais, reposiciona a Amazônia como território histórico, e não apenas ambiental.

João Paulo Tukano Indígena do povo Yepamahsã (Tukano), nascido na aldeia São Domingos, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Doutor em Antropologia Social pela UFAM e premiado pela CAPES como melhor tese na área de Antropologia e Arqueologia em 2022, é fundador do Centro de Medicina Indígena Bahserikowi e da primeira Casa de Comida Indígena do Brasil, o Biatuwi. Membro do Painel Científico para a Amazônia (SPA) e da Academia Brasileira de Ciência, atua na fronteira entre o conhecimento indígena e a ciência ocidental.

MIchel Pinho
É historiador, fotógrafo e educador cultural com mais de 20 anos de experiência em docência e pesquisa. Desenvolve ações voltadas à educação patrimonial, fotografia e inclusão social, com foco na valorização da história e da cultura de Belém (PA). Sua pesquisa incide sobre a história local, a construção da memória imagética da cidade e as relações entre o patrimônio edificado e o patrimônio cultural imaterial.Foi presidente da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel) entre 2021 e 2023, onde liderou importantes iniciativas como o reconhecimento do ritmo brega como patrimônio cultural imaterial do Pará, o lançamento do Concurso Literário Bruno de Menezes e projetos de fomento à cultura urbana, como a "Avenida Cultural". Entre 2008 e 2014, presidiu a associação Fotoativa, contribuindo

Sonia Guajajara
Liderança indígena do povo Guajajara/Tenetehara, Sonia Guajajara é reconhecida internacionalmente por sua atuação em defesa dos povos indígenas, da Amazônia e da justiça climática. Com uma trajetória marcada pela articulação entre mobilização social, incidência política e defesa dos territórios, foi coordenadora da APIB e tornou-se, em 2023, a primeira Ministra dos Povos Indígenas do Brasil, consolidando uma trajetória dedicada à justiça socioambiental, à proteção da biodiversidade e ao fortalecimento dos direitos dos povos indígenas.

Darlon Neres
Jornalista-floresta, comunicador popular e defensor dos territórios amazônicos, Darlon também é integrante do coletivo Guardiões do Bem Viver, no Baixo Tapajós (PA), atua na proteção das comunidades tradicionais e no enfrentamento à exploração ilegal da floresta. Colaborador da SUMAÚMA – Jornalismo do Centro do Mundo, produz reportagens que aproximam o olhar da Amazônia a partir de quem vive e cuida do território, unindo jornalismo, mobilização social e defesa do bem viver.

Marlon Rebello
Comunicador e educador popular, liderança jovem do Projeto de Assentamento Agroextrativista Marlon Rebello, jovem liderança do território do PAE Lago Grande, em Santarém (PA), e integrante do Coletivo Guardiões do Bem Viver. Atua na mobilização da juventude em defesa dos territórios amazônicos, fortalecendo ações de educação popular, justiça climática, comunicação comunitária e participação social. Tem contribuído na organização de iniciativas voltadas à valorização dos modos de vida tradicionais, à proteção dos bens comuns e ao protagonismo das juventudes da floresta no enfrentamento às mudanças climáticas.

Sônia Arapiuns
É liderança indígena do povo Arapiuns, do Baixo Tapajós, no Pará. Educadora, articuladora comunitária e defensora dos direitos dos povos indígenas e dos territórios amazônicos. Atua há décadas no fortalecimento e valorização dos saberes ancestrais e na promoção da participação das mulheres nos processos de defesa territorial e cultural. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a educação, a proteção da floresta e a construção de pontes entre os conhecimentos tradicionais e os desafios contemporâneos da Amazônia.

Adriane Gama
Amazônida, professora, bióloga, educomunicadora popular, educadora ambiental, fazedora cultural, ativista em cultura digital e software livre. É coordenadora pedagógica do Floresta Digital pelo Projeto Saúde e Alegria com foco. Fundadora do Projeto Puraqué, foi coordenadora do Projeto Federal Casa Brasil de Santarém e conselheira do Pontão de Cultura Digital do Tapajós. É doutora em Ciências Ambientais, mestre em Educação, especialista em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento na Amazônia pela UFOPA.

Rodrigo Antonio
Jornalista-floresta, comunicador popular e defensor dos territórios amazônicos, Darlon também é integrante do coletivo Guardiões do Bem Viver, no Baixo Tapajós (PA), atua na proteção das comunidades tradicionais e no enfrentamento à exploração ilegal da floresta. Colaborador da SUMAÚMA – Jornalismo do Centro do Mundo, produz reportagens que aproximam o olhar da Amazônia a partir de quem vive e cuida do território, unindo jornalismo, mobilização social e defesa do bem viver.

Juliana Curi
Cineasta e diretora premiada, Juliana é reconhecida por seu trabalho que une linguagem visual autoral e narrativas voltadas a questões sociais e ambientais. Dirigiu o longa UÝRA – A Retomada da Floresta, vencedor de 19 prêmios internacionais e exibido em importantes instituições culturais ao redor do mundo. Fundadora da ANINGA STUDIO, desenvolve projetos de impacto para marcas e organizações globais, recebendo reconhecimento especial da ONU Mulheres por desafiar estereótipos de gênero. Juliana acredita no poder das histórias como agentes de transformação cultural. Em 2024, foi selecionada para o programa de desenvolvimento de carreira do Directors Guild of America (DGA), em Los Angeles.

João Meirelles
Gestor de organizações da sociedade civil, escritor e ativista socioambiental. Paulistano, reside entre Belém, Pará e Ribeirão Preto, São Paulo. Atua em organizações do terceiro setor há 42 anos, 28 dos quais à frente do Instituto Peabiru. É administrador de empresas (FGV/SP) e autor de 17 livros, metade sobre a Amazônia, entre os quais Frans Krajcberg: a natureza como cultura (Edições SESC e EDUSP, 2024), O Abridor de Letras (contos)(Ed. Record, 2017, Prêmio Sesc de Literatura) e Livro de Ouro da Amazônia (Ed. Ediouro, 2004).

Bia Saldanha
É economista e referência em sociobioeconomia na Amazônia. Vive no Acre há mais de 30 anos e atua na construção de cadeias produtivas que valorizam a floresta em pé e os conhecimentos dos povos amazônicos. Integra o núcleo de governança da Uma Concertação pela Amazônia e trabalha para conectar comunidades, organizações e empresas em torno de um desenvolvimento mais justo e sustentável.

Raimundo Magno Nascimento
Quilombola da comunidade África, no Pará, possui graduação em Administração pelo Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA) e mestrado em sustentabilidade junto a povos e territórios tradicionais pela Universidade de Brasília (UnB). Estudou Direito na Universidade Federal do Pará (UFPA) e cursa doutorado em Antropologia e Sociologia no PPGSA/UFPA. Atua como Agente Comunitário de Saúde, laboratorista, técnico de enfermagem e de instrumentação cirúrgica; também é produtor cultural. Ativista do movimento quilombola e coordenador do Instituto Filhos do Quilombo, onde desenvolve ações e projetos relacionados à sustentabilidade, identidade, cultura e formas de preservação da identidade quilombola. Trabalha na área de georreferenciamento que integra a equipe Guajarina, constituída por quilombolas e assessora comunidades tradicionais na região amazônica paraense.
Sobre o Movimento reFloresta
A formação A FLORESTA ECOA é realizada pelo Movimento reFloresta, associação sem fins lucrativos. A sua contribuição já é uma forma de apoiar a Amazônia e seus povos, uma vez que todos os recursos arrecadados são integralmente destinados à organização da formação, presença das vozes convidadas, e à manutenção dos projetos apoiados pelo Movimento reFloresta nas comunidades onde atuamos.
Contribuição e participação
Oferecemos quatro possibilidades de contribuição, para que você escolha conforme sua situação financeira: • Bolsa Social: R$ 50,00 • Contribuição Semente: R$ 150,00 • Contribuição Árvore: R$ 300,00 • Contribuição Floresta: R$ 500,00
Vagas afirmativas com bolsa integral
Oferecemos vagas afirmativas com bolsa 100% para pessoas que se autodeclaram pretas, pardas, indígenas ou quilombolas, e/ou em situação de baixa renda. As vagas com bolsa integral são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição. Por isso, pedimos consciência na hora de solicitá-las, para que cheguem a quem mais precisa. 🌱
Formas de pagamento
A seguir você poderá fazer sua contribuição através do nosso site, que incluirá sua participação ao longo dos 10 encontros. O valor pode ser pago à vista pelo PIX ou parcelado em até 2 vezes sem juros no cartão de crédito.
Confirmação da inscrição
Por fim, ao finalizar a inscrição, fique atento ao email que você cadastrou. Você receberá automaticamente por email a confirmação. Por favor Verifique pastas de promoções, e spam caso não tenha chegado. Caso queira entrar em contato conosco escreva para: aflorestaecoa@movimentorefloresta.org
INSCREVA-SE ABAIXO! As vagas são limitadas.
Tickets
Bolsa Integral
Para pessoas que se autodeclaram pretas, pardas, indígenas ou quilombolas, e/ou em situação de baixa renda
R$0.00
Contribuição Semente
Para quem precisa de apoio financeiro para participar.
R$150.00
+R$3.75 ticket service fee
Contribuição Árvore
Valor base da formação.
R$300.00
+R$7.50 ticket service fee
Contribuição Floresta
Contribuição que cobre seus custos da formação e subsidia bolsas para outros participantes
R$500.00
+R$12.50 ticket service fee
Bolsa Social
Valor de participação para as pessoas que não podem arcar com a Contribuição Semente.
R$50.00
+R$1.25 ticket service fee
Educadores Fundação Almerinda
Inscrição EXCLUSIVA para educadores da Fundação Almerinda Malaquias
R$0.00
Total
R$0.00
